sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Quimera Raio

Raio de Bronze. Bronze de sol.
Que fala baixinho, miúdo, mansinho
E se não for pra falar, não fala
Olhar de Fera, Quimera

Seu silêncio atordoa, constrange
Eu ousaria chamar-te Afrodite
Isso, é claro, se me permite a comparação

Você dança, dança, dança
Se movimenta no bailar dos dias
Enche todos os olhos de alegria
E não se cansa.

Bailarina contemporânea
Que dança com o tempo na idade
Num jogo de tem que dar tempo

Digo a você:
- Tem que se ter tempo pra viver

Tire viver por Viver, fazer o que quiser
E não o que der
No mais admiro tua beleza
Essa "delicatèsse" da alma feminina

 Mero Mortal

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